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	<title>Candido Albuquerque</title>
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	<description>Site Candido Albuquerque</description>
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		<title>Sancionada Lei de Acesso a Informação</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 18:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrou em vigor hoje, dia 16, a Lei de Acesso &#224; Informa&#231;&#227;o (LAI),que tem como objetivo facilitar a vida do cidad&#227;o. A partir de agora qualquer pessoa pode solicitar dados de interesse p&#250;blico a qualquer &#243;rg&#227;o, seja dos poderes Judici&#225;rio, Executivo ou Legislativo. Quem solicitar informa&#231;&#245;es de interesse p&#250;blico ao governo dever&#225; ser atendido em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/acesso.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1084" height="290" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/acesso.jpg" title="Lei de Acesso a Informação" width="522" /></a></p>
<p style="text-align: justify; ">Entrou em vigor hoje, dia 16, a Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o (LAI),que tem como objetivo facilitar a vida do cidad&atilde;o. A partir de agora qualquer pessoa pode solicitar dados de interesse p&uacute;blico a qualquer &oacute;rg&atilde;o, seja dos poderes Judici&aacute;rio, Executivo ou Legislativo. Quem solicitar informa&ccedil;&otilde;es de interesse p&uacute;blico ao governo dever&aacute; ser atendido em at&eacute; 20 dias.</p>
<p><span id="more-1083"></span></p>
<p style="text-align: justify; "><strong>Sancionada </strong>pela <strong>presidenta Dilma Rousseff </strong>h&aacute; seis meses, a lei que veio para <strong>extinguir a burocracia</strong> que antes exigia justificativa, j&aacute; come&ccedil;a cercada de d&uacute;vidas. At&eacute; o momento ainda n&atilde;o foi definido pela Uni&atilde;o, governos estaduais, prefeituras, tribunais de justi&ccedil;a e assembleias legislativas, como os pedidos de acessos aos dados ser&atilde;o respondidos aos interessados.</p>
<p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m disto, como apontam especialistas, pelo fato de a cultura brasileira ser historicamente limitada a <strong>exposi&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es</strong>, &nbsp; poder&aacute; existir dificuldades para que a nova lei seja colocada em pr&aacute;tica.</p>
<p style="text-align: justify; ">&ldquo;N&atilde;o temos o costume de receber e nem de solicitar informa&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o de direito nosso&rdquo;, afirma Manoel Joaquim dos Reis, que &eacute; especialista em direito p&uacute;blico. Segundo ele a mais importante conquista &eacute; o acesso do cidad&atilde;o as informa&ccedil;&otilde;es de &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, sem que estes questionem o motivo, finalizou Reis. &nbsp;</p>
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		<title>Justiça brasileira terá regra única sobre o acesso a informação</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 20:24:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[documentos]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Acesso à Informação]]></category>
		<category><![CDATA[sigilo]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Com a proximidade da vig&#234;ncia da Lei de Acesso &#224; Informa&#231;&#227;o, a Justi&#231;a brasileira est&#225; se mobilizando para criar uma regra &#250;nica a ser seguida em todo o pa&#237;s. Segundo o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, a regulamenta&#231;&#227;o &#233; necess&#225;ria para que a lei seja melhor aplicada.&#160; Segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/como_arquivar_documentos1.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1070" height="271" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/como_arquivar_documentos1.jpg" title="como_arquivar_documentos1" width="359" /></a></p>
<p>Com a proximidade da vig&ecirc;ncia da<strong><span style="font-size:11px;"> </span><span style="font-size:12px;">Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o</span></strong>, a Justi&ccedil;a brasileira est&aacute; se mobilizando para criar uma regra &uacute;nica a ser seguida em todo o pa&iacute;s. Segundo o presidente do Supremo Tribunal Federal <span style="font-size:12px;">(<strong>STF</strong>)</span>, ministro Carlos Ayres Britto, a regulamenta&ccedil;&atilde;o &eacute; necess&aacute;ria para que a lei seja melhor aplicada.&nbsp;<span id="more-1069"></span></p>
<p>Segundo o ministro, foi acertado que o assunto seja discutido entre os tribunais superiores, o Conselho Nacional de Justi&ccedil;a e as associa&ccedil;&otilde;es de classe, mas ainda n&atilde;o h&aacute; datas nem prazos.</p>
<p>Sancionada em novembro passado, a Lei 12.527 regulamenta o acesso a dados oficiais pela imprensa e pelos cidad&atilde;os. Ela entra em vigor no pr&oacute;ximo dia 16 de maio e sanciona o fim do sigilo eterno de documentos oficiais.&nbsp;</p>
<p>Pelas novas regras, o prazo m&aacute;ximo de<span style="font-size:11px;"> <span style="font-size:12px;">sigilo </span></span>foi<span style="font-size:12px;"> limitado a 25 anos para <strong>documentos</strong> </span>ultrassecretos, 15 anos para os secretos e cinco para os reservados. Os documentos ultrassecretos poder&atilde;o ter prazo de sigilo renovado apenas uma vez.</p>
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		<item>
		<title>Lei Seca será tema de audiências públicas no STF nesta semana</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 16:55:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias recentes]]></category>
		<category><![CDATA[audiências]]></category>
		<category><![CDATA[bafômetro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Seca]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; As implica&#231;&#245;es legais entre dire&#231;&#227;o e bebida, regulamentadas pela Lei Seca desde 2008, ser&#227;o discutidas no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de hoje (7), em duas audi&#234;ncias p&#250;blicas. As audi&#234;ncias s&#227;o debates realizados antes do julgamento para esclarecer quest&#245;es t&#233;cnicas e cient&#237;ficas que ultrapassam a esfera jur&#237;dica em temas de grande impacto social.&#160; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/get_img.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1062" height="331" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/get_img.jpg" title="Lei Seca será tema de audiências públicas no STF nesta semana" width="500" /></a></p>
<p>As implica&ccedil;&otilde;es legais entre dire&ccedil;&atilde;o e bebida, regulamentadas pela<strong> <span style="font-size:12px;">Lei Seca </span></strong>desde 2008, ser&atilde;o discutidas no Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de hoje (7), em duas audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas. As audi&ecirc;ncias s&atilde;o debates realizados antes do julgamento para esclarecer quest&otilde;es t&eacute;cnicas e cient&iacute;ficas que ultrapassam a esfera jur&iacute;dica em temas de grande impacto social.&nbsp;</p>
<p><span id="more-1060"></span></p>
<p>As <span style="font-size:12px;"><strong>audi&ecirc;ncias</strong> </span>foram convocadas pelo ministro Luiz Fux para dar respaldo ao julgamento de uma a&ccedil;&atilde;o de inconstitucionalidade contra a Lei Seca. A a&ccedil;&atilde;o foi protocolada pela Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento (Abrasel) e questiona diversos dispositivos da lei.</p>
<p>Cerca de 30 conferencistas dever&atilde;o comparecer ao<span style="font-size:10px;"><strong> <span style="font-size:12px;">STF</span></strong></span><span style="font-size:11px;"> </span>para debater o efeito do &aacute;lcool sobre o motorista, a venda da bebida &agrave; beira das rodovias e a aplica&ccedil;&atilde;o da lei at&eacute; agora. Est&atilde;o inscritos representantes de &oacute;rg&atilde;os governamentais e n&atilde;o governamentais, autoridades, especialistas em tr&acirc;nsito e da &aacute;rea m&eacute;dica e jur&iacute;dica.</p>
<p>As audi&ecirc;ncias ser&atilde;o abertas ao p&uacute;blico e ocorrem a partir das 15h, na Sala de Sess&otilde;es da Primeira Turma do STF, em Bras&iacute;lia. Elas tamb&eacute;m ser&atilde;o transmitidas ao vivo pela TV Justi&ccedil;a e pela R&aacute;dio Justi&ccedil;a.</p>
<p>No fim de mar&ccedil;o, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) entendeu que o<strong> <span style="font-size:12px;">baf&ocirc;metro </span></strong>e o exame de sangue s&atilde;o os &uacute;nicos meios de provar embriaguez ao volante. Segundo a decis&atilde;o, exames cl&iacute;nicos e provas testemunhais n&atilde;o podem ser usadas em a&ccedil;&otilde;es penais contra quem dirigiu embriagado. No entanto, o entendimento do STF ser&aacute; a palavra final sobre o assunto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <em>Ag&ecirc;ncia Brasil</em></p>
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		<title>Legislação nas redes sociais</title>
		<link>http://www.candidoalbuquerque.adv.br/legislacao-nas-redes-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 14:06:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[crimes virtuais]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade de expressão]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; A internet revolucionou as formas de comunica&#231;&#227;o desde seus prim&#243;rdios. No Brasil chegou em 1995 com os primeiros portais de noticias. Ent&#227;o, a partir dai s&#243; evoluiu e atualmente com as redes sociais a rede mundial de computadores se tornou parte indispens&#225;vel da rotina de todos. &#160; &#160; Todos os dias &#233; postado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/crimeinternet-g-201009081.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1051" height="338" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/05/crimeinternet-g-201009081.jpg" title="crimeinternet-g-20100908" width="450" /></a></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>
<div>A<span style="font-size:10px;"> <strong>internet </strong></span>revolucionou as formas de comunica&ccedil;&atilde;o desde seus prim&oacute;rdios. No Brasil chegou em 1995 com os primeiros portais de noticias. Ent&atilde;o, a partir dai s&oacute; evoluiu e atualmente com as redes sociais a rede mundial de computadores se tornou parte indispens&aacute;vel da rotina de todos. &nbsp;<span id="more-1048"></span></div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Todos os dias &eacute; postado uma quantidade infinita de conte&uacute;do, fotos, textos, programas e qualquer dado que possa ser compartilhado. Nas redes sociais como Facebook e Twitter, por exemplo, o objetivo &eacute; compartilhar conte&uacute;do com os amigos numa esfera menor e com a Internet numa esfera maior.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A quest&atilde;o aqui &eacute; que conte&uacute;dos s&atilde;o considerados pessoais/autorias e que conte&uacute;dos s&atilde;o considerados impr&oacute;prios e se enquadram em crimes virtuais? Que leis julgam a Internet, que teoricamente &eacute; um &nbsp;territ&oacute;rio &nbsp;livre? O que pode ser postado? At&eacute; onde vai a liberdade de express&atilde;o? S&atilde;o perguntas recorrentes que geram muita discuss&atilde;o nas esferas online/offline.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Quando a <strong><span style="font-size:10px;">liberdade de express&atilde;o</span></strong> &eacute; ultrapassada e fere outro cidad&atilde;o, foi cometido um crime virtual, que s&atilde;o delitos praticados atrav&eacute;s da Internet e enquadrados no C&oacute;digo Penal Brasileiro.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>Publicar conte&uacute;dos pejorativos, racistas, pornogr&aacute;ficos, hackear contas de outras pessoas, postar imagens ou textos sem consentimento do autor, roubo de identidade, fraudes de cart&atilde;o de cr&eacute;dito, viola&ccedil;&atilde;o de propriedade intelectual e protestos pol&iacute;ticos s&atilde;o exemplos de crimes que podem gerar processo legais.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>A legisla&ccedil;&atilde;o sobre crimes virtuais ainda &eacute; muito recente, porque primeiro precisa-se limitar o que &eacute; ou n&atilde;o ilegal, e isso vai depender de cada processo. Por&eacute;m, o que est&aacute; vig&ecirc;ncia &eacute; a lei dos pa&iacute;ses de origem que se aplica no conte&uacute;do que for postado sob aquele dom&iacute;nio.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>No Brasil, a<span style="font-size:10px;"><strong> lei </strong></span>n&atilde;o garante o anonimato, portanto se for cometido um<span style="font-size:10px;"> <strong>crime virtual</strong> </span>pode ocorrer a quebra de sigilo dependendo da gravidade e da necessidade de provas do processo. Onde ser&atilde;o rastreados o endere&ccedil;o de IP, endere&ccedil;o f&iacute;sico, telefone, dados e arquivos, e qualquer prova que possa ser usada para comprova&ccedil;&atilde;o do crime.&nbsp;</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>&Eacute; essencial que cuidados sejam tomados com o conte&uacute;do postado, dando sempre os devidos cr&eacute;ditos e com a autoriza&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via das partes envolvidas, porque o conte&uacute;do divulgado cai na rede e perpetua-se na Internet e gera sim processos se alguma parte se sentir lesada.&nbsp;</div>
</div>
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		<item>
		<title>STJ e as Cotas nas Universidades</title>
		<link>http://www.candidoalbuquerque.adv.br/stj-e-as-cotas-nas-universidades/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 20:34:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a constitucionalidade da reserva de vagas em universidades p&#250;blicas com base no sistema de cotas raciais, na Universidade de Bras&#237;lia&#160;(UnB).&#160; Segundo a a&#231;&#227;o, ajuizada pelo Democratas (DEM), est&#227;o sendo violados diversos preceitos fundamentais fixados pela Constitui&#231;&#227;o de 1988, como a dignidade da pessoa humana, o&#160;preconceito de cor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/2313667-5954-rec.jpg" style="text-align: justify; "><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1027" height="360" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/2313667-5954-rec.jpg" title="2313667-5954-rec" width="500" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou a constitucionalidade da reserva de vagas em universidades p&uacute;blicas com base no sistema de cotas raciais, na Universidade de Bras&iacute;lia&nbsp;(UnB).&nbsp;</p>
<p><span id="more-1021"></span></p>
<p style="text-align: justify; ">Segundo a a&ccedil;&atilde;o, ajuizada pelo Democratas (DEM), est&atilde;o sendo <strong>violados </strong>diversos preceitos fundamentais fixados pela <strong>Constitui&ccedil;&atilde;o</strong> de <strong>1988</strong>, como a dignidade da pessoa humana, o&nbsp;<strong>preconceito </strong>de cor e a <strong>discrimina&ccedil;&atilde;o</strong>, afetando o pr&oacute;prio combate ao <strong>racismo</strong>. O relator do caso &eacute; o ministro Ricardo Lewandowski.</p>
<p style="text-align: justify; ">O sistema de <strong>cotas </strong>gera <strong>pol&ecirc;mica </strong>desde que foi implementado na Universidade de Bras&iacute;lia (UnB) em 2004, seguido por outras Universidade Federais como a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do SUl) e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).</p>
<p style="text-align: justify; ">A a&ccedil;&atilde;o afirmativa faz parte do Plano de Metas para <strong>Integra&ccedil;&atilde;o Social, &Eacute;tnica e Racial</strong> da UnB e foi aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extens&atilde;o. No primeiro vestibular, o sistema de cotas foi respons&aacute;vel pelo ingresso de 18,6% dos candidatos. A eles, foram destinados 20% do total de vagas de cada curso oferecido.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">A comiss&atilde;o que implementou as <strong>cotas </strong>para <strong>negros </strong>tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pelo conv&ecirc;nio entre a UnB e a Funda&ccedil;&atilde;o Nacional do &Iacute;ndio (Funai), firmado em 12 de mar&ccedil;o de 2004. &Eacute; importante lembrar que em estados da regi&atilde;o Norte as vagas s&atilde;o destinadas tamb&eacute;m para ind&iacute;genas e descendentes pelo processo cultural hist&oacute;rico daquela regi&atilde;o.</p>
<p style="text-align: justify; ">A a&ccedil;&atilde;o sobre cotas raciais &eacute; o terceiro processo pol&ecirc;mico a ser julgado em menos de um m&ecirc;s. Nas semanas anteriores, a Suprema Corte autorizou a antecipa&ccedil;&atilde;o do parto em caso de fetos anenc&eacute;falos e iniciou o julgamento sobre a titula&ccedil;&atilde;o de terras quilombolas.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify; ">Al&eacute;m do sistema de cotas, o Programa Universidade para Todos (Prouni), &eacute; alvo de a&ccedil;&atilde;o direta e Inconstitucionalidade (Adin) apresentada pelo DEM, e o recurso de um estudante do Rio Grande do Sul que se sentiu prejudicado pelo sistema de cotas de seu estado est&aacute; na pauta do STF.</p>
<p style="text-align: justify; ">Na &uacute;ltima quinta-feira, <strong>26</strong>, o <strong>STF </strong>decidiu por unanimidade que o sistema de <strong>cotas </strong>em <strong>universidades </strong>&eacute; <strong>constitucional</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comissão do CP quer prisão para motoristas bêbados</title>
		<link>http://www.candidoalbuquerque.adv.br/comissao-do-cp-quer-prisao-para-motoristas-bebados/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 13:57:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[A comiss&#227;o de juristas que estuda um novo C&#243;digo Penal quer inverter a fun&#231;&#227;o do baf&#244;metro. Em decis&#227;o do final de mar&#231;o, o Superior Tribunal de Justi&#231;a decidiu que apenas o uso do aparelho ou o exame de sangue podem provar embriaguez ao volante. O entendimento desagradou parlamentares, que querem tornar a lei mais rigorosa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/bafometro-2.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-1009" height="347" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/bafometro-2.jpg" title="bafometro-2" width="450" /></a></p>
<p>A comiss&atilde;o de juristas que estuda um novo C&oacute;digo Penal quer inverter a fun&ccedil;&atilde;o do baf&ocirc;metro. Em decis&atilde;o do final de mar&ccedil;o, o Superior Tribunal de Justi&ccedil;a decidiu que apenas o uso do aparelho ou o exame de sangue podem provar embriaguez ao volante. O entendimento desagradou parlamentares, que querem tornar a lei mais rigorosa. Al&eacute;m disso, a proposta quer punir o condutor com pena de at&eacute; tr&ecirc;s anos de pris&atilde;o. As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do portal Terra.<span id="more-1006"></span></p>
<p>No Senado, a comiss&atilde;o de juristas sugeriu que, no caso do <strong>baf&ocirc;metro</strong>, o <strong>condutor </strong>tenha o <strong>direito </strong>de <strong>assoprar </strong>no aparelho para provar que est&aacute; s&oacute;brio. Como se sabe, a legisla&ccedil;&atilde;o brasileira prev&ecirc; que um suspeito n&atilde;o pode produzir <strong>provas contra si </strong>mesmo. &Eacute; por isso que o exame de sangue ou do etil&ocirc;metro n&atilde;o s&atilde;o obrigat&oacute;rios.</p>
<p>Al&eacute;m da invers&atilde;o do teste, o <strong>anteprojeto amplia as provas</strong> que atestam embriaguez ao volante, podendo ser constatada, segundo o texto, &quot;mediante obten&ccedil;&atilde;o a qualquer prova em direito admitida&quot;, como um exame cl&iacute;nico ou o testemunho de particulares, de agentes de tr&acirc;nsito e da pr&oacute;pria v&iacute;tima.</p>
<p>O texto tamb&eacute;m quer acabar com a necessidade de provar os 6 dg/l de &aacute;lcool no sangue. Nesse caso, o <strong>condutor que n&atilde;o fizer o teste ser&aacute; considerado embriagado</strong>. O baf&ocirc;metro se tornar&aacute; um instrumento de defesa do motorista, ou seja, um direito para comprovar sobriedade. As sugest&otilde;es ser&atilde;o entregues para vota&ccedil;&atilde;o ao Senado no final do m&ecirc;s de maio.&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Revista<strong> Consultor Jur&iacute;dico</strong>, 17 de abril de 2012</p>
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		<title>Inquérito impede aprovação em concurso público</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 12:35:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Inquérito]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rog&#233;rio Barbosa Para que um candidato seja reprovado em concurso p&#250;blico, n&#227;o &#233; necess&#225;rio o julgamento definitivo em um processo judicial. Basta apenas a exist&#234;ncia de inqu&#233;rito policial. Com este entendimento, o Tribunal de Justi&#231;a de S&#227;o Paulo negou o recurso de um homem que pretendia revogar sua reprova&#231;&#227;o em concurso para um cargo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-998" height="368" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/concurso1.jpg" title="concurso1" width="500" /></p>
<p><a href="http://www.conjur.com.br/2012-abr-17/inquerito-policial-impede-candidato-aprovado-concurso#autores" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.conjur.com.br/2012-abr-17/inquerito-policial-impede-candidato-aprovado-concurso_autores?referer=');">Por Rog&eacute;rio Barbosa</a></p>
<p><a href="http://www.conjur.com.br/2012-abr-17/inquerito-policial-impede-candidato-aprovado-concurso#autores" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.conjur.com.br/2012-abr-17/inquerito-policial-impede-candidato-aprovado-concurso_autores?referer=');"><br />
	</a></p>
<p>Para que um candidato seja reprovado em concurso p&uacute;blico, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio o julgamento definitivo em um processo judicial. Basta apenas a exist&ecirc;ncia de inqu&eacute;rito policial. Com este entendimento, o Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo negou o recurso de um homem que pretendia revogar sua reprova&ccedil;&atilde;o em concurso para um cargo na Secretaria da Administra&ccedil;&atilde;o Penitenci&aacute;ria (SAP).<span id="more-992"></span></p>
<p>O candidato relatou que, durante a fase de <strong>investiga&ccedil;&atilde;o </strong>social do <strong>concurso</strong>, apresentou todos os documentos que comprovam a aus&ecirc;ncia de antecedentes criminais. E que, no entanto, ele mesmo prestou informa&ccedil;&otilde;es com rela&ccedil;&atilde;o a exist&ecirc;ncia de ocorr&ecirc;ncias policiais. Como a SAP n&atilde;o informou o motivo de sua reprova&ccedil;&atilde;o, o candidato pleiteou sua aprova&ccedil;&atilde;o sob o argumento de que &ldquo;a inabilita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o pode subsistir em face da aus&ecirc;ncia de condena&ccedil;&atilde;o pelo Poder Judici&aacute;rio, sendo assegurada a presun&ccedil;&atilde;o de inoc&ecirc;ncia nos termos do inciso LVII do artigo 5&ordm; da Constitui&ccedil;&atilde;o Federal&rdquo;.</p>
<p>Ao manter a <strong>reprova&ccedil;&atilde;o </strong>do candidato, o relator do caso, desembargador Jos&eacute; Maria C&acirc;mara Junior, afirmou que &ldquo;certamente a acessibilidade aos cargos p&uacute;blicos deve estar condicionada ao preenchimento de requisitos previstos em lei, competindo &agrave; administra&ccedil;&atilde;o disciplinar as exig&ecirc;ncias que se adaptam ao cargo se considerada a capacidade f&iacute;sica, moral, t&eacute;cnica, cient&iacute;fica e profissional do candidato, resguardado o seu crit&eacute;rio de conveni&ecirc;ncia. Bem por isso, n&atilde;o &eacute; correto admitir que o registro de envolvimento do candidato em inqu&eacute;ritos policiais, sem condena&ccedil;&atilde;o pelo Judici&aacute;rio ap&oacute;s a persecu&ccedil;&atilde;o penal, n&atilde;o seja suficiente para a inabilita&ccedil;&atilde;o, especialmente se o concurso tem por objeto o cargo de agente de escolta e vigil&acirc;ncia penitenci&aacute;ria.&rdquo;</p>
<p>O relator destacou que a <strong>Lei Complementar 898/2001</strong> fez constar como etapa <strong>eliminat&oacute;ria </strong>do concurso de ingresso no <strong>cargo de agente de escolta e vigil&acirc;ncia penitenci&aacute;ria </strong>a efetiva comprova&ccedil;&atilde;o de idoneidade e conduta ilibada na vida p&uacute;blica e na vida privada. &ldquo;A razoabilidade que deve nortear o enfoque da mat&eacute;ria pela administra&ccedil;&atilde;o deve considerar os registro e ocorr&ecirc;ncia policiais, o que qualifica a conveni&ecirc;ncia da inabilita&ccedil;&atilde;o, sem qualquer viola&ccedil;&atilde;o de garantia constitucional. Nesse sentido, correto o racioc&iacute;nio desenvolvido pela ilustre magistrada [que proferiu a decis&atilde;o de primeiro grau]&rdquo;, concluiu.</p>
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		<title>A lei na prática:  Aborto em casos de anencefalia</title>
		<link>http://www.candidoalbuquerque.adv.br/a-lei-na-pratica-aborto-em-casos-de-anencefalia/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 13:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma m&#227;e gr&#225;vida de um beb&#234; anenc&#233;falo residente no estado de Pernambuco tentou realizar o procedimento legal de aborto aplicado a estes casos, mas n&#227;o conseguiu porque a decis&#227;o ainda n&#227;o foi publicada no Di&#225;rio Oficial da Uni&#227;o.&#160; Gestante de quatro meses, a mulher que prefere n&#227;o ser identificada &#160;por medo de sofrer repres&#225;lias, est&#225; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/AgenciaBrasil11042012-EZF_25071.jpg"><img alt="" class="alignnone size-medium wp-image-986" height="332" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/AgenciaBrasil11042012-EZF_25071-300x199.jpg" title="AgenciaBrasil11042012 EZF_2507" width="500" /></a></p>
<p>Uma m&atilde;e gr&aacute;vida de um beb&ecirc; anenc&eacute;falo residente no estado de Pernambuco tentou realizar o procedimento legal de aborto aplicado a estes casos, mas n&atilde;o conseguiu porque a decis&atilde;o ainda n&atilde;o foi publicada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o.&nbsp;</p>
<p><span id="more-974"></span></p>
<p><strong>Gestante </strong>de quatro meses, a mulher que prefere n&atilde;o ser identificada &nbsp;por medo de sofrer repres&aacute;lias, est&aacute; tentando <strong>interromper </strong>a <strong>gravidez </strong>desde o dia 02 de abril, data em que recebeu o diagn&oacute;stico de <strong>anencefalia</strong>, quando ainda era preciso recorrer &agrave; justi&ccedil;a.</p>
<p>Com a decis&atilde;o do STF no &uacute;ltimo dia 12 de abril favor&aacute;vel a estes casos espec&iacute;ficos, a m&atilde;e foi no dia seguinte da decis&atilde;o ao minist&eacute;rio p&uacute;blico e foi orientada a procurar um hospital para pedir a cirurgia baseada na decis&atilde;o do supremo.</p>
<p>A mulher de 30 anos, que est&aacute; em sua primeira gesta&ccedil;&atilde;o seguiu as orienta&ccedil;&otilde;es do minist&eacute;rio p&uacute;blico. Com a papelada em m&atilde;os procurou a maternidade Professor Monteiro de Morais, vinculada &agrave; Universidade de Pernambuco (UPE), para <strong>interromper a gravidez, mas n&atilde;o conseguiu.</strong></p>
<p>Segundo a gestante, os m&eacute;dicos ficaram sem saber o que fazer em um &ldquo;jogo de empurra &#8211; empurra&rdquo;. Eles ficaram perdidos, n&atilde;o sabiam como proceder, e por fim disseram que n&atilde;o poderiam fazer nada enquanto a decis&atilde;o n&atilde;o fosse publicada no Di&aacute;rio Oficial. &nbsp;</p>
<p>Para o presidente da Comiss&atilde;o de Assist&ecirc;ncia ao Abortamento, Parto e Puerp&eacute;rio da Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Associa&ccedil;&otilde;es de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia, Olimpio Barbosa de Morais Filho, tamb&eacute;m &nbsp;professor da UPE &nbsp;e m&eacute;dico do hospital , a decis&atilde;o tomada foi a correta.</p>
<p>&quot;Por enquanto ningu&eacute;m sabe muito bem como conduzir esse tipo de caso. A gente acha que &eacute; esse &eacute; um direito da m&atilde;e, mas a burocracia empata tudo. O jur&iacute;dico do hospital entende que n&atilde;o podemos fazer o procedimento antes da publica&ccedil;&atilde;o no Di&aacute;rio Oficial&quot;, afirma o m&eacute;dico.</p>
<p>A assessoria de imprensa do STF, afirmou que a decis&atilde;o ainda n&atilde;o tem nada para ser publicada. O presidente da Comiss&atilde;o de Direito Constitucional da OAB &ndash; SP, Dirc&ecirc;o Torrecillas Ramos, concorda com a atitude do hospital.</p>
<p>&ldquo;Caso o hospital fizesse a cirurgia antes disso poderia ser processado por cometer um crime. Seria um crime porque ainda est&aacute; valendo o regime anterior, que exige uma autoriza&ccedil;&atilde;o judicial. Daria uma confus&atilde;o e uma enorme dor de cabe&ccedil;a para o hospital&quot;, finalizou Ramos.</p>
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		<title>Justiça aplica prescrição penal em caso de improbidade</title>
		<link>http://www.candidoalbuquerque.adv.br/justica-aplica-prescricao-penal-em-caso-de-improbidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 16:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Por Pedro Can&#225;rio Se, no caso de acusa&#231;&#227;o por improbidade administrativa e crime, a Lei da Improbidade n&#227;o estabelecer prazos prescricionais, deve-se obedecer a prescri&#231;&#227;o do crime, de acordo com a lei. O entendimento foi fixado em senten&#231;a da 5&#170; Vara Federal C&#237;vel de S&#227;o Paulo, no caso de um ex-diretor-executivo da Pol&#237;cia Federal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/Impunidade-no-judiciario-mackenzieg2.jpg"><img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-935" height="350" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/Impunidade-no-judiciario-mackenzieg2.jpg" title="Impunidade-no-judiciario-mackenzieg" width="467" /></a></p>
<p><a href="http://www.conjur.com.br/2012-abr-17/justica-aplica-prescricao-penal-improbidade-administrativa#autores" onclick="urchinTracker('/outgoing/www.conjur.com.br/2012-abr-17/justica-aplica-prescricao-penal-improbidade-administrativa_autores?referer=');">Por Pedro Can&aacute;rio</a></p>
<p>Se, no caso de acusa&ccedil;&atilde;o por improbidade administrativa e crime, a Lei da Improbidade n&atilde;o estabelecer prazos prescricionais, deve-se obedecer a prescri&ccedil;&atilde;o do crime, de acordo com a lei. O entendimento foi fixado em senten&ccedil;a da 5&ordf; Vara Federal C&iacute;vel de S&atilde;o Paulo, no caso de um ex-diretor-executivo da Pol&iacute;cia Federal acusado de condescend&ecirc;ncia criminosa, descrita no artigo 320 do C&oacute;digo Penal, e omiss&atilde;o, descrita nos artigos 11 e 12 da Lei 8.429/1992, a Lei de Improbidade Administrativa.</p>
<div><span id="more-926"></span></div>
<p>No caso, um <strong>delegado </strong>da <strong>Pol&iacute;cia Federal </strong>&eacute; acusado de ter pedido, em papel timbrado, ingressos gr&aacute;tis para assistir a uma corrida da F&oacute;rmula 1. Ele foi punido administrativamente pelo ent&atilde;o diretor-executivo e seu ent&atilde;o superintendente com um dia de suspens&atilde;o. Mas o Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal denunciou os tr&ecirc;s. O delegado por ter usado do cargo em benef&iacute;cio pr&oacute;prio, e os superiores por n&atilde;o terem comunicado o fato ao MPF, conforme manda a Lei 4.878/1965, no artigo 43, inciso XIX, e por improbidade administrativa, nos termos do artigo 11 da Lei de Improbidade.</p>
<p>As acusa&ccedil;&otilde;es dos crimes contra os superiores prescreveram, conforme decis&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal de S&atilde;o Paulo. Faltava discutir as de improbidade. A defesa do delegado, feita pelo advogado Paulo Iasz de Morais, usou a tese de que, como o crime j&aacute; havia prescrito, a improbidade tamb&eacute;m deveria prescrever.</p>
<p>Morais sustentou que a Lei de Improbidade Administrativa n&atilde;o informa os prazos prescricionais para as infra&ccedil;&otilde;es das quais seu cliente &eacute; acusado. Portanto, devem ser aplicados os mesmos prazos descritos pelas leis penais. O mesmo pedido foi feito pela defesa do superintendente.</p>
<p>O pr&oacute;prio Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal, ao ler os pedidos feitos pelas defesas dos ex-diretores da PF, as encampou. Pediu que o juiz do caso as aceitasse, e exclu&iacute;sse as a&ccedil;&otilde;es interpostas a eles, o que o juiz fez.</p>
<p>Na senten&ccedil;a, o juiz concluiu: &ldquo;o prazo prescricional da presente a&ccedil;&atilde;o de improbidade administrativa &eacute; de 2 (dois) anos, de forma que, considerando que os fatos narrados ocorreram em 22 de junho de 2007 (conforme excerto da den&uacute;ncia &#8211; fl. 05), encontra-se configurada a ocorr&ecirc;ncia de prescri&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</p>
<p>Fonte:&nbsp;<span style="color: rgb(9, 9, 9); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; ">Revista</span><span style="color: rgb(9, 9, 9); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; ">&nbsp;</span><strong style="color: rgb(9, 9, 9); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; ">Consultor Jur&iacute;dico</strong><span style="color: rgb(9, 9, 9); font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; ">, 17 de abril de 2012</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Com reforma penal ação de cambistas será classificada como crime</title>
		<link>http://www.candidoalbuquerque.adv.br/com-reforma-penal-acao-de-cambistas-sera-classificada-como-crime-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 12:54:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cândido Albuquerque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Foi aprovada nessa segunda-feira, 16, pela comiss&#227;o de reforma penal a proposta que torna crime a revenda de ingressos de eventos esportivos por um pre&#231;o maior, pr&#225;tica muito comum realizada pelos cambistas ao redor dos est&#225;dios brasileiros. Com a proximidade das competi&#231;&#245;es esportivas internacionais sediadas no Brasil, o ministro e presidente do grupo do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/cambista05.jpg"><img align="middle" alt="" class="aligncenter size-full wp-image-904" height="338" src="http://www.candidoalbuquerque.adv.br/wp-content/uploads/2012/04/cambista05.jpg" title="Ação Cambista Crime" width="450" /></a></p>
<p>Foi aprovada nessa segunda-feira, 16, pela comiss&atilde;o de reforma penal a proposta que torna<span style="font-size:10px;"><strong> crime a revenda de ingressos de eventos esportivos</strong> </span>por um pre&ccedil;o maior, pr&aacute;tica muito comum realizada pelos cambistas ao redor dos est&aacute;dios brasileiros.</p>
<p><span id="more-915"></span></p>
<p>Com a proximidade das competi&ccedil;&otilde;es esportivas internacionais sediadas no Brasil, o ministro e presidente do grupo do Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ), Gilson Dipp, acredita que a reforma penal trar&aacute; mais seguran&ccedil;a aos eventos.</p>
<p>A <strong>Fraude de resultado </strong>tamb&eacute;m ser&aacute; pass&iacute;vel de penalidades podendo o infrator sofrer de dois a cinco anos de reclus&atilde;o. Segundo o Desembargador e membro da comiss&atilde;o, Jos&eacute; Moinho Pinheiro Filho, &ldquo;S&atilde;o atos que podem parecer simples, mas que na verdade afrontam toda a sociedade&rdquo;. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p>
<p>A revenda de ingressos por um valor maior poder&aacute; render ao infrator at&eacute; dois anos de reclus&atilde;o. Para o advogado Marcelo Leal Lima Oliveira, autor do texto aprovado, a conduta dos cambistas &eacute; grave e n&atilde;o se trata de um ato inofensivo.</p>
<p>&ldquo;Hoje, vemos cambistas sendo utilizados como fachada pelos pr&oacute;prios clubes, que por vezes precisam desviar os ingressos de uma eventual execu&ccedil;&atilde;o judicial, por exemplo.&rdquo;, finalizou o advogado.</p>
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